quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

AMOR DERRADEIRO



Amor terno, com poesia assim,
Digo com maestria, ousado,
Colado, calado no momento
Certo; quando me tocas sinto,

Amor pra sempre, o que meus
Braços podem sentir em ti,
O prazer do toque animal
Selvagem, sem tormentos.

Amor eterno, meu amor e
Com o saltitar dos dedos,
Sinto no peito o acalento
No corpo, o desejo ardente.

Amor verdadeiro este nosso
Que suga meu sangue, nos
Beijos teus, fui eu que de
Longe o trouxe, acalenta-me

Amor, que me transforma,
Deixa-me às vezes como
Criança, outras como uma
Mulher vibrante, ardente.

Como só o amor derradeiro
Sente.

Menduiña

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

COMO ESTOU



Nem sei quem sou apenas vivo
Meus pensamentos percorre o
Mais profundo do meu ser, assim
Vou indo à tua procura sem saber
Como, nem onde estás! Sinto doer,
Meu peito sangra de saudades de
Nosso Amor!
Nem sei mais dos meus sonhos
Que tanto quis pra mim e pra ti
Me perdi no egoísmo humano
Deixei o amor de lado! E choro
Meus sonhos , eram lindos como
Como só nosso amor podia ser
Meu coração coitado, chora amor,
Meus olhos não cessão de olhar
O caminho que sempre me veria
São longos meus dias
Minhas mão tremem
Meus lábios sentem
O sabor dos beijos
Que não tenho mais


Menduina

domingo, 7 de novembro de 2010

MEU NOME




Pode me chamar de sonhos e poesia
Me chame de saudades sem fim
Me chame de noite sem luar, mas
Também me chame de saudades
Sem fim, coração doido, sofrido
MEU NOME É POESIA
Poesia de sonhos não realizados,
De sonhos levados pela poeira,
Meu nome pode ser, teu amor sem
Fim assim, mas não deixe de me
Chamar , meu amor estou louca
Aqui te amando, na poesia ou na
Tristeza, meu nome pode ser teu
Sonho mais lindo, os beijos dados
Nossos abraços apertados, suados
Meu nome é: Viver te amando na
Escuridão da noite, ou com as
Estrelas brilhantes, meu nome é
SAUDADE ETERNA!

POETISA Menduina

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

MEUS DIAS




Meus dias tristes são longos
Minhas lágrimas não tem
Fim, chamo teu nome sempre
A ermo te procurando estou
Sem cansaço vou seguindo

Sempre na esperança de te ver
Cada dia meu amor aumenta
Corro pelas estradas sem fim
Nem o SOL nem a LUA me
Dizem onde andas, continuo

Sento cansada, a tua espera e
Sentindo o desprezo que tens
Pelo meu amor, choro, um choro
Doído; meu coração sangra tanto!

Quase enlouqueço pensando em
Não te ver mais nos meus braços
Nem tendo os beijos, meu amor
Meu corpo sente falta do teu e
Penso que teus beijos não terei
Nunca mais!!!

Poetisa Menduina

A PARTIDA

SE QUISERES AMOR



Se quiseres amor me deixar
Não esqueça, dos beijos que
Deixamos de trocar, nos olhos
As juras de amor que fizemos

Se quiseres amor chorar, chore
Mas chore baixinho, e pense no
Amor que te dediquei sempre
Dos abraços apertados amados

Se quiseres amor, tome o trem e
Sente na janela pra que eu possa
Te ver uma última vez sequer e
Poder dizer adeus mesmo chorando

Se quiseres amor sorria, mas
Mas não esqueça de mim assim
Nem me diga adeus sem me dá
Um beijo de despedida!

Poetisa Menduina

sábado, 23 de outubro de 2010

FOGO ARDENTE NO OLHAR

Essa brisa
Branda no falar,
Esse fogo
Ardente no olhar,
Sintonia perfeita
Entre nós,
Que se inicia ao som
Da sua voz.
Quando você fala,
A minha voz
Se cala,
Para poder
Melhor te ouvir.
Quando você me abraça,
Minhas mãos te caçam,
Para poder te sentir.
A essência deste amor,
Este amor gostoso
Que faz tão bem pra mim,
Este amor maravilhoso
Que não tem fim.
Este amor que não precisa
De nada para sobreviver,
Este amor que eterniza
As nossas madrugadas
E o despertar de cada amanhecer.
Beijos com carinho..

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