Dos amores que tive não tenho saudades
Nem ressentimento, nem dores!
Apenas uma longe lembrança das coisas vividas
Se tivesse que voltar atrás faria tudo novamente
Sinto saudades do que deixei de fazer,
Me perdi no tempo e muitas coisas não fiz
Hoje sou apenas a esperança do presente
Gosto de ver a vida como ela é
Mas uma coisa digo
Se dependesse de mim mudaria algo
Amaria mais meu próximo, sem pensar
No futuro não teria tanto medo
Seria mais aberta pro amor, e saciaria
Meus desejos mais íntimos,
Pensaria mais nas crianças pobres e desamparadas
Apego exagerado ao filho pode desencadear síndrome do ninho vazio
A saudade pode virar depressão, mas dá para contornar a fase com medidas simples
publicado por Andressa Basilio em 12/04/2010
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Faz parte do processo natural da vida em família os filhos saírem de casa em determinado momento, seja porque vão casar, ou porque vão cursar a universidade em outra cidade, ou ainda na busca por mais independência. Em geral, isso é motivo de festa para os pais, pois começam a enxergar seus filhos como pessoas responsáveis e capazes de tocar suas próprias vidas.
Mas, às vezes, o que deveria ser motivo de alegria pode se transformar em pesadelo para os adultos. É a chamada síndrome do ninho vazio, causada quando a pessoa, em geral a mãe, vê seus filhos ganhando autonomia e saindo de casa. Por não conseguir lidar com isso, o sentimento de saudade acaba ganhando proporções prejudiciais à vida de quem fica.
As causas
A síndrome do ninho vazio acontece com pessoas que se vinculam muito aos filhos e criam, praticamente, uma rotina voltada para atender as necessidades deles. Quase como uma troca, a mãe faz tudo para e pelo filho, que retribui com companheirismo. "Em geral, essa síndrome costuma acontecer com mulheres, porque elas estão mais tempo em casa e, por isso, tem um vínculo mais estreito com os filhos", explica o psicólogo Sandro Caramaschi, da Unifesp. Além disso, as mulheres são três vezes mais propensas à depressão. Assim, um sentimento como a saudade pode desencadear sofrimentos mais intensos.
mulher chorando porque o filho foi embora
Para conter a tristeza
A síndrome do ninho vazio é considerada, pelos profissionais da área, como uma crise existencial passageira. Dependendo de alguns fatores, como o número de filhos e a personalidade da mulher, tudo pode ser apenas questão de se acostumar à nova rotina. "No entanto, pode haver exacerbação nos sintomas de tristeza e, nesses casos, é aconselhável tratamento psicológico", diz Sandro Caramaschi.
A dona de casa Selma do Vale de Guarulhos (SP) conta que ficou deprimida durante dois meses, tempo em que a filha caçula saiu de casa para estudar. "Ela me fazia companhia durante o dia. Quando ela se mudou para outra cidade, veio a tristeza. Eu sentia um vazio e chorava muito. Saber que ela estava longe e não ia voltar para casa todo fim de semana foi muito difícil", relembra Selma. "Foi maravilhoso para mim quando ela conseguiu a transferência na faculdade para estudar aqui na nossa cidade. Ela voltou pra casa". Mas nem sempre é assim, na grande maioria das vezes o filho toca a vida e não volta a dividir o teto com a família. Cortar o cordão umbilical imaginário que perdura entre mãe e filho pode ser doloroso no início, mas é a solução para a saúde emocional da mãe.
Para que as mães não sofram com a saída dos filhos da casa, é importante que haja a preparação para a chegada da nova realidade. É importante que a mulher separe a vida dela da vida dos filhos, o máximo possível. "Faz parte disso ampliar a rede social, passear, ter atividade remuneradas ou não, mas que sejam feitas fora de casa e que ajudam a mulher a ter outro papel que não seja o da mãe clássica", explica o especialista da Unifesp.
Se você está passando por essa crise ou poderá passar em breve, a recomendação é para que se relacione com diferentes pessoas, procure o apoio de quem já passou pela mesma situação ou matricule-se em cursos ou academias. Com isso, a mulher pode reorganizar seus projetos de vida, tirando de foco a ausência do filho.
Quando encontrar alguém e esse alguém fizer
seu coração parar de funcionar por alguns segundos,
preste atenção: pode ser a pessoa
mais importante da sua vida.
Se os olhares se cruzarem e, neste momento,
houver o mesmo brilho intenso entre eles,
fique alerta: pode ser a pessoa que você está
esperando desde o dia em que nasceu.
Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo
for apaixonante, e os olhos se encherem
d'água neste momento, perceba:
existe algo mágico entre vocês.
Se o 1º e o último pensamento do seu dia
for essa pessoa, se a vontade de ficar
juntos chegar a apertar o coração, agradeça:
Algo do céu te mandou
um presente divino : O AMOR.
Se um dia tiverem que pedir perdão um
ao outro por algum motivo e, em troca,
receber um abraço, um sorriso, um afago nos cabelos
e os gestos valerem mais que mil palavras,
entregue-se: vocês foram feitos um pro outro.
Se por algum motivo você estiver triste,
se a vida te deu uma rasteira e a outra pessoa
sofrer o seu sofrimento, chorar as suas
lágrimas e enxugá-las com ternura, que
coisa maravilhosa: você poderá contar
com ela em qualquer momento de sua vida.
Se você conseguir, em pensamento, sentir
o cheiro da pessoa como
se ela estivesse ali do seu lado...
Se você achar a pessoa maravilhosamente linda,
mesmo ela estando de pijamas velhos,
chinelos de dedo e cabelos emaranhados...
Se você não consegue trabalhar direito o dia todo,
ansioso pelo encontro que está marcado para a noite...
Se você não consegue imaginar, de maneira
nenhuma, um futuro sem a pessoa ao seu lado...
Se você tiver a certeza que vai ver a outra
envelhecendo e, mesmo assim, tiver a convicção
que vai continuar sendo louco por ela...
Se você preferir fechar os olhos, antes de ver
a outra partindo: é o amor que chegou na sua vida.
Muitas pessoas apaixonam-se muitas vezes
na vida poucas amam ou encontram um amor verdadeiro.
Às vezes encontram e, por não prestarem atenção
nesses sinais, deixam o amor passar,
sem deixá-lo acontecer verdadeiramente.
É o livre-arbítrio. Por isso, preste atenção nos sinais.
Não deixe que as loucuras do dia-a-dia o deixem
cego para a melhor coisa da vida: o AMOR !!!
Refere-se à habilidade de se manter sereno diante de uma situação de estresse. Ressalta que pessoas resilientes quanto a esse fator são capazes de utilizar as pistas que leem nas outras pessoas para reorientar o comportamento, promovendo a autorregulação. Segundo esse autor, quando essa habilidade é rudimentar, as pessoas encontram dificuldades em cultivar vínculos e, com frequência, desgastam no âmbito emocional aqueles com quem convivem em família ou no trabalho.
Controle dos impulsos
Um segundo fator é o controle de impulsos, que se refere à capacidade de regular a intensidade de seus impulsos no sistema neuromuscular (nervos e músculos). É a aprendizagem de não se levar impulsivamente pela experiência de uma emoção. O autor explicita que as pessoas podem exercer um controle frouxo ou rígido do seu sistema muscular, visto que esse sistema está vinculado à regulação da intensidade das emoções. Dessa forma, a pessoa poderá viver uma emoção de forma exacerbada ou inibida. O controle de impulso garante a autorregulação dessas emoções ou a possibilidade de dar a devida força à vivência de emoções, tornando o grau de compreensão do autor mais sensivel e apurado mediante a situação.
Otimismo
Um terceiro fator é otimismo. Nesse fator, ocorre na resiliência a crença de que as coisas podem mudar para melhor. Há um investimento contínuo de esperança e, por isso mesmo, a convicção da capacidade de controlar o destino da vida, mesmo quando o poder de decisão esteja fora das mãos.
Análise do ambiente
O quarto fator é a análise do ambiente. Trata-se da capacidade de identificar precisamente as causas dos problemas e das adversidades presente no ambiente. Essa possibilidade habilita a pessoa a se colocar em um lugar mais seguro ao invés de se posicionar em situação de risco.
Empatia
A empatia é o quinto fator que constitui a resiliência, significando a capacidade que o ser humano tem de compreender os estados psicológicos dos outros (emoções e sentimentos). Autoeficácia
Autoeficácia é o sexto fator, que se refere à convicção de ser eficaz nas ações propostas.
O QUE É RESILIÊNCIA
O sétimo e último fator constituinte da resiliência é alcançar pessoas. É a capacidade que a pessoa tem de se vincular a outras pessoas para viabilizar soluções para intempéries da vida, sem receios e medo do fracasso.
Quando penso no canto dos pásaros meu coração chora, um choro querendo que tu me chame...amor! Sou como uma andorinha sem canto, minh'alma não tem paz por ti, quero teu corpo no meu, tuas mãos nas minhas, então sorrirei de alegria perto de ti...TE AMO SEMPRE.
IZABEL EVENTOS, 21 ANOS NO MERCADO, COM EVENTOS REALIZADOS NO BRASIL E NO EXTERIOR. JÁ PRODIZIMOS RODEIOS,MOTOCROSS, SHOWS GOSPEL, SHOWS SERTANEJOS, CARNAVAIS, CAVALGADAS, BAILES E UMA RICA LISTA DE GRUPOS, DUPLAS SERTANEJAS E CANTOTORES SOLO