sábado, 9 de julho de 2011
CANTEI PRA TI
Cantei o canto suave te chamei
Sequer ouviste, voltei a cantar
O canto apaixonado, teu nome
Chamei cantando, o canto do
Amor desesperado, de saudade
O vento me trouxe teu
Cheiro suave, chorei
Com vontade de teus
Beijos molhados, só
Me sufocava o amor,
Que sentia por assim
No êxtase daquele
Momento senti em
Mim o aroma do teu
Corpo suado junto
Ao meu, e parei de
Cantar o amor...
MENDUIÑA
segunda-feira, 4 de julho de 2011
HOJE NÃO
Hoje não quero chorar
Apenas te amar e amar
Dizer o quanto te quero
Do bem que teu amor me
Faz, da falta dos teus beijos
Hoje não quero chorar
Vou sorrir em teu colo,
Te abraçar bem agarrado
Beijar tua boca com ardor
Teu aroma sentir e amar
Hoje não quero chorar
Em teus braços me deitar
Sentir meu sangue ferver
De desejo que sinto por ti
Hoje só quero ser amada.
MENDUIÑA
sábado, 2 de julho de 2011
SÓ NÓS DOIS
Sou a ternura que procuras
A perfeição contigo no amor
Quero que fale baixinho, diga
Do amor que sente por mim,
Sou a magia no teu anoitecer
O sorriso no teu amanhecer
Tua sombra no teu caminhar
Minha boca! Tua boca são
Uma só, nos encontros do
Nosso amor, nosso segredo
Nos deixa e êxtase sem medo
Vamos caminhando assim
Sem rumo só o amor nos dá
O ritmo do mundo, no óbvio
Que a vida nos propõe sem
Sem nada; só eu tu amor.
MENDUIÑA
VÔOS DE SAUDADES
Subi até às nuvens a tua
Procura andei uma a uma
E nada; Perguntei ao Sol,
Depois a Lua, e nada, saí
Como águia voando por
Lugares distantes e lindos,
Bati azas com a altivez de
Uma Rainha, pra ti dizer
Que meu choro era triste,
A saudade doía na alma
Minhas lágrimas eram
Vastas banhando o meu
Rosto, meu corpo treme,
Sinto falta do calor do teu,
Teu aroma me persegue...
O gosto do teu beijo está
Comigo sempre, amo-o
Cada dia com mais ardor.
Sinto deixar este clamor
Me procure! Não demore,
Atenda meu chamado amor.
MENDUIÑA
domingo, 26 de junho de 2011
INSANIDADE
Fiz da minha insanidade
A capa do meu desapego
Estava perdida, me achei,
Descobri que o amor não
Se mendiga se completa...
Tranquei o quarto fechei
As cortinas, apaguei as
Luzes, na minha completa
E exausta solidão entrei
Dentro de mim, sem
Medo do desconhecido
Que havia dentro do meu
Coração e minha alma;
Assim descobri o motivo
Deste amor arraigado em
Meu sangue, e com muita
Tristeza, era óbvio, meu
Amor de olhos azuis às
Vezes verdes nunca havia
Sido na verdade meu, sim,
Puro engano, vou seguir
Por paragem distantes sem
Levá-lo dentro de mim.
Agora, posso abrir as portas
Do meu coração e tratá-lo
Com amor pois este sim
Me pertence até a MORTE!
MENDUIÑA
O NAUFRÁGIO
Quase naufraguei no mar
Da vida, sem destino fui
Seguindo meu rumo assim
Incerto, no peito a dor de
Perder-te, chorei enfim,
Teu calor, ah! Minha dor
Fez calar minha vida a sós,
Me fiz tua sombra, na hora
Dos beijos que queria ter
Nos anseios dos desejos,
Na minha aflição sem sentido
Te tenho dentro de mim, amor
Vou percorrendo meu mundo
Sem rumo, até que tu volte
E me tenha pra ti sempre sem
Medo do futuro mesmo incerto,
Deixo que o mar nos acolha e
Nos deixe amor, um dia poder
De tanto desejo um dia sorrir
E teu corpo sentir minha dor.
E na volúpia do êxtase desta
Minha paixão te chamo!
Fecho os olhos, sinto tuas
Mãos passeando em mim
Me deixando louca só
Pensando no gozo deste amor
Sem fim, permito-me perder-me
No mar, no ar, apenas pra te ter.
MENDUIÑA
Da vida, sem destino fui
Seguindo meu rumo assim
Incerto, no peito a dor de
Perder-te, chorei enfim,
Teu calor, ah! Minha dor
Fez calar minha vida a sós,
Me fiz tua sombra, na hora
Dos beijos que queria ter
Nos anseios dos desejos,
Na minha aflição sem sentido
Te tenho dentro de mim, amor
Vou percorrendo meu mundo
Sem rumo, até que tu volte
E me tenha pra ti sempre sem
Medo do futuro mesmo incerto,
Deixo que o mar nos acolha e
Nos deixe amor, um dia poder
De tanto desejo um dia sorrir
E teu corpo sentir minha dor.
E na volúpia do êxtase desta
Minha paixão te chamo!
Fecho os olhos, sinto tuas
Mãos passeando em mim
Me deixando louca só
Pensando no gozo deste amor
Sem fim, permito-me perder-me
No mar, no ar, apenas pra te ter.
MENDUIÑA
terça-feira, 5 de abril de 2011
DOENTE DE PAIXÃO
Olhos te perseguem inquietos
Na penumbra da noite dançante
Entre um trago e outro
Seu corpo fantasia a tara
Açoitando a vontade sem alcance.
Da janela do meu quarto
Sigo o rastro do teu passo
Já é um fato esse diário ritual
Paixão ardente virou doença
Meu vício mapear teu corpo escultural.
Aparece sai de foco volta...
Nessa peleja desnuda sou ébrio sem cura
Sozinho na varanda escura
Beijo o ar procurando no anonimato
Desenhar meu sonho de consumo.
Tê-la em meus braços maior espetáculo
Sonho acordado consumar esse fato
Lá está voce nua, maravilhosamente nua...
Vez por outra sinto seu olhar
Parece me enxergar. Ilusão? Apaga a luz.
Jamaveira®
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