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Não te chamo mais de amor!
Quando toquei tuas mão e
Vi que teus olhos eram só
Azuis, não como pensei..
Às vezes azuis às vezes
Verdes! Perdoe-me; por
Favor! aquele grande amor
Que arrebatava meu coração
Tirava-me do chão, tremia
Todos os dias de longe! Sim,
Agora te olho como se não
Te visse; minhas juras nas
Horas de amor que tivemos
Apagou-se como água em
Labaredas, foi-se como a
Tempestade de um temporal
Teus beijos nem consigo
Lembrar... na cama guardo
Apenas os lençóis que aqui
Usamos, se nos vermos em
Algum lugar..ou mais algum
Dia... nem amigos seremos
Vou partir pra vôos diferentes
O ontem o vento levou!
MENDUIÑA

Desprendida de todos os pudores
fui correndo ao teu encontro....
Te esperei tanto! Chorei, sentei
aos pé das árvores, na certeza
da tua chegada! Te avistei ao
longe! Tu correndo ao meu
encontro de braços abertos
já sem camisa, sorri feliz
me entregando toda pra ti,
tiraste minhas roupas com
loucura tomaste-me nos teus
braços nos jogamos no chão
as folhas foram nosso ninho
tuas mãos percorreram todo
meu corpo, tua boca seguia
beijando-me começando... ah!
beijos de desejo, tua língua
tirou de mim o liquido vaginal
como só tu sabes fazer, me levou
ao céu, vir-me-ei inebriada e já
dentro de ti na ânsia dos teus
desejos cavalguei por cima
te entregaste amor como só
quem ama sabe, segui nossos
desejos no ápice daquela linda
e doce loucura, olhaste minha
boca, chamando-a pra ti, não
contive te beijei todo, descendo
teu peito..mais em baixo ereto
o órgão sexual da minha paixão
me chamava, te suguei no vai e
vem e tu segurando meus cabelos
num gozo gritante só teu, olhamos
pro céu a única testemunha deste
lindo perfeito amor entre
as folhas de verão!
MENDUIÑA
17/08/11
Subi até às nuvens a tua
Procura andei uma a uma
E nada; Perguntei ao Sol,
Depois a Lua, e nada, saí
Como águia voando por
Lugares distantes e lindos,
Bati azas com a altivez de
Uma Rainha, pra ti dizer
Que meu choro era triste,
A saudade doía na alma
Minhas lágrimas eram
Vastas banhando o meu
Rosto, meu corpo treme,
Sinto falta do calor do teu,
Teu aroma me persegue...
O gosto do teu beijo está
Comigo sempre, amo-o
Cada dia com mais ardor.
Sinto deixar este clamor
Me procure! Não demore,
Atenda meu chamado amor.
MENDUIÑA
Cantei o canto suave te chamei
Sequer ouviste, voltei a cantar
O canto apaixonado, teu nome
Chamei cantando, o canto do
Amor desesperado, de saudade
O vento me trouxe teu
Cheiro suave, chorei
Com vontade de teus
Beijos molhados, só
Me sufocava o amor,
Que sentia por assim
No êxtase daquele
Momento senti em
Mim o aroma do teu
Corpo suado junto
Ao meu, e parei de
Cantar o amor...
MENDUIÑA
Hoje não quero chorar
Apenas te amar e amar
Dizer o quanto te quero
Do bem que teu amor me
Faz, da falta dos teus beijos
Hoje não quero chorar
Vou sorrir em teu colo,
Te abraçar bem agarrado
Beijar tua boca com ardor
Teu aroma sentir e amar
Hoje não quero chorar
Em teus braços me deitar
Sentir meu sangue ferver
De desejo que sinto por ti
Hoje só quero ser amada.
MENDUIÑA
Sou a ternura que procuras
A perfeição contigo no amor
Quero que fale baixinho, diga
Do amor que sente por mim,
Sou a magia no teu anoitecer
O sorriso no teu amanhecer
Tua sombra no teu caminhar
Minha boca! Tua boca são
Uma só, nos encontros do
Nosso amor, nosso segredo
Nos deixa e êxtase sem medo
Vamos caminhando assim
Sem rumo só o amor nos dá
O ritmo do mundo, no óbvio
Que a vida nos propõe sem
Sem nada; só eu tu amor.
MENDUIÑA
Subi até às nuvens a tua
Procura andei uma a uma
E nada; Perguntei ao Sol,
Depois a Lua, e nada, saí
Como águia voando por
Lugares distantes e lindos,
Bati azas com a altivez de
Uma Rainha, pra ti dizer
Que meu choro era triste,
A saudade doía na alma
Minhas lágrimas eram
Vastas banhando o meu
Rosto, meu corpo treme,
Sinto falta do calor do teu,
Teu aroma me persegue...
O gosto do teu beijo está
Comigo sempre, amo-o
Cada dia com mais ardor.
Sinto deixar este clamor
Me procure! Não demore,
Atenda meu chamado amor.
MENDUIÑA