sábado, 14 de fevereiro de 2009

Esperança

Sem esperanças na vida sofrida, sozinha, sem ter sol nem lua, sem paz, só o descaso humano, era meu viver. De repente surge uma esperança dentro de mim. O resplandecer uma nova vida. Hó! Senhor que esperança me trazia enfim? Era êle. Estava sendo gerado dentro de mim no meu ser, assustada fiquei com medo sim, tive medo do meu desconhecido ainda. De repente, não mais que de repente êle estava vindo ao mundo. Trazendo minha esperança de volta. Tão pequeno indefeso e tão lindo e na sua pequenez sem saber estava me trazendo mais seis. Indefeso prematuro e tão lindo era minha vida meu amor mais puro.Aquela criança, aquele garoto veio me dar vida. Vivi por êle, lutei e naquela luta sem fim êle ia crescendo. A minha paixão minha vida minha razão de viver. Como obra divina êle crescia forte saudavél a vida apesar de tudo era só alegria e só nós dois. Aquele ser inocente não sabia que me trazia tanta alegria de viver. Amei sem medo de nada e mais que de repente o meu garotinho crescia e assim tomando rumos diferente. A vida no seu curso normal o estava levando de mim. E o mundo o chamou para si. É a lei da vida . Eu preparada não estava.O dia chegou, e êle se foi e voltei a ficar só. Sei que dei a melhor herança que se pode dar honestidade, integridade, amor ao próximo, e amor, e assim me sinto feliz.

Um dia

Um dia há de passar é a lei imultavél da vida, tudo passa, e lutarei nesta rotina da vida, que ninguém mudará. Não és mais meu presente, nem eu o teu. Nossa separação doida, amarga, o destino o fez. Uma coisa digo, por estar bem certa. A saudade dos momentos vividos, hei de lembrar, ao meu coração. Não ouviste minha voz sussurrando ao teu ouvido, quantas vêzes eu quiz. Desejaria a docura dos meus beijos, não os aceitaste, impossivél seria não os tive! Sepultei contigo meu amor, meu passado, por ti e meus desejos. Sentirias pena de mim do meu amor e contigo levou. E embora não sofra tanto mais, eu o queria aqui comigo. Mas... tudo é passado te foste, levando contigo minhas esperanças de amor. Meus sonhos não vividos, só minhas dores permanecem, e se misturam ao meu amor. E finalmente sem que eu saiba, sinto meu peito bater forte por um amor não vivido. Sei que sou o que sou, não me permito sonhar os não mais vividos.E me pergunto, como vou se vou, não sei bem. Me vejo muitas vêzes sonhando, e continuo na esperança de viver um dia sem ter que chorar nem me perder neste mundo sem sonhos.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Meu eu
Lágrimas a fio sem fim no meu rosto se vão e eu não sei
Só sei que teimam em não me deixar, seca-las uma a uma
Luto sem temor, só amor nesta vida que Deus me deu
Teimo em procurar, mas não acho, nem sei o que, só sei
Que dentro de mim teima o meu pobre coração nesta
Dor interminável sem domínio, em desordem infernal
Lágrimas!! Há como doem cada vez que luto em vão
Lágrimas!! Que dor doida, sofrida, perdida neste vai e vem
Nesta vida sem nada nem ninguém meu coração pulsa
Sofrida doida em vão sem saber por onde ando,
Só sei que espero alguém que nunca chega, e eu a procura
Vou sem pensar, só quero andar, andar sem saber onde chegar
Sei que viva estou, mas não sei onde estou, nem se estou.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Sublime amor

Há o amor! tão sublime ardente vivido tão latente,e aos pouco nossas vidas tomam rumos diferentes. Ficamos tão distantes e ao mesmo tempo tão perto, parece! até nos entrelaçados da vida, nosso sangue se misturam,ardente na paixão de sempre, sinto ainda enroscar-me em ti,com aquele ardor tão presenre. Há o amor! Sempre presente nunca tão ardente, ti sinto dentro de mim, sinto o bater do teu coração junto ao meu, teu eu, no meu eu, e nós nos sonhos mais ardentes, sonhamos ...e sonhamos, com um futuro que não teríamos mas um presente que era só nosso.Há o amor! Como foi lindo enquanto durou, dentro do meu peito ainda sangra tua ausência, tão presente esta lembrança ainda me persegue como o esvaziar do meu sangue no vai e vem ,sou a metade de ti na vida onde não mais estás, vivo por nós dois amor... o amor partido, vivido e eterno nas veredas da vida, não te procuro mais sei onde estás, tú sabes onde estou. Há o amor! Este amor tão lindo ficou guardado dentro do meu peito para sempre, restou amor a enorme saudade que eternizada está dentro de mim, Há o amor!...

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Eu sou

Eu sou a nuvem que passa sem me dar atenção. Sou a chuva que cai molhando meu chão. Sou a àrvore na primavera querendo viver, espalhada no chão. Sou aquela que anda perdida na multidão da vida, vida, vivida, amor com tormentos vagando sem rumo na escuridão. Sou a ave que voa a procura do ninho sem medo sabendo voar, voando e voando, reflete meu andar. Quero ser a floresta fechada se nela escondida ficar, olhando, olhando, vou indo e vindo, te procurando, e alí sentada, choro, sentindo a vida passar. Sou aquela que quero viver, sorrir, colher, acolher, amar num abraço, aquele meu amado. Sou uma onda do mar no vai e vem da vida, sem cansar. Sou um jardim florido, rosa perfumada, e os espinhos? Não os sinto, elas foram ofertadas pelo meu amor. ,Amor infinito, constante com dor, alegria de amor sem fim. Beija-me amor, onde não sei , só sei que é beijo beijado, beijo sugado, só sei que beijado estas. Dou metade de mim, ficando parada a procura de ti, vou, e rastejo no desejo contido , me perco em teus braços me acho em ti, e de novo me acho, naquele amor sem fim.

domingo, 30 de novembro de 2008

Pensamentos

Pensamentos renascidos de uma adolescência quase perdida. Aquela quase menina, no climax de sua inocência, perdidamente apaixonada, sua primeira paixão, seu primeiro amor. Cheia de sonhos, em sua inocência, tudo era flores sem espinhos. Ela encantou-se ardentemente por aquele homem, lindo e sedutor, e tão real, era tudo tão novo e inexperiente, mas lindo. Um amor desvairado, arrebatador, consumido por ciúmes mas era ardente e vivido, aquela grande paixão. Ah aquele amor, nunca esquecido. Pouco durou, não podia mesmo, paixão é fogo que queima a vida e o coração. E mais que de repente tornou-se passado, passado sofrido por aquele amor sem fim. Anos... não foram suficientes para apagar completamente aquela paixão. Certo dia , no meio da noite liga uma jovem, e diz! Mãe meu pai morreu!! E aquela não mais nenima, já adulta em outro direcionamento normal da vida, ouviu, e ficou inerte como adormecida, naguele momento ela não conseguiu pensar em nada. Aos pouco o passado estava ali presente, o que estava adormecido no fundo de sua alma veio passando em sua cabeça como um filme. O passado estava alí outra vêz, então ela sentiu sem querer as lágrimas rolando , era um choro solitário, só seu, muito íntimo, uma parte de sua história tinha ido embora, e ela ficou fria, solitária, apenas sonhando com aquele grande amor de um passado tão distante.