[b][i]Pensamentos valem e vivem pela exata reflexão,
Do amor e dos pensamentos vividos
No mais profundo do nosso ser, ato de amor,
No poderio de tua procura na certeza desta loucura
Sem perdermos a conciência nem deixar de amar,
Na certeza do certo ou do errado te quero,
Deixo fluir o profano que há em mim e em ti,
No complemento de dois num só deixar sentir,
No sentido de ser o que é, inexplicável amor,
Na forma do ser amado
Mas machucou meu coração no mais profundo que há,
Em e mim e de mim, então choro, um choro doido,
Me perco na paixão desvairada,
Do medo da perca dos beijos molhados,
Quero sentir teus beijos em mim,
Envolver teu corpo no meu, nossa nudez com prazer,
Sem pensar se é pecado ou não, apenas amar,
Sinto a inocência perdida achada em ti,
Nas caricias deste amor, escolhí e alí fiquei,
Morrendo de amor esqueço meu mundo,
E vivo este amor!!!!
Menduiña 26/06/09
sexta-feira, 26 de junho de 2009
terça-feira, 5 de maio de 2009
Vida
Sem medo do meu eu chamado amor deleito-me em teus braços e me vejo nua!
Neste aconchego molhado do amor suado, me entrego a ti nos teus braços abertos!
Deitada na relva me deixo amar tua boca beijar me entrego a ti minhas pernas!
No tremor deste amor deixo-me sufocar por cima e por baixo sem escolher!
Sigo meu instinto selvagem te entrego meu tudo em teu amor sem pudor!
E em ti me deixo levar na doçura do olhar pedindo sem falar eu ardente te amo!
Me dou no fulgor da paixão enlouquecida, teus cabelos já molhados sinto o desejo!
De quem quer mais e mais sentir teus braços, nos abraços do meu corpo cansado!
No descanso, teu peito suado no desejo ajeitado de quem sempre sufocado!
Nos desejos chamados, dos dias marcados e vem com jeito de quem volta ser criança!
Neste aconchego molhado do amor suado, me entrego a ti nos teus braços abertos!
Deitada na relva me deixo amar tua boca beijar me entrego a ti minhas pernas!
No tremor deste amor deixo-me sufocar por cima e por baixo sem escolher!
Sigo meu instinto selvagem te entrego meu tudo em teu amor sem pudor!
Me dou no fulgor da paixão enlouquecida, teus cabelos já molhados sinto o desejo!
De quem quer mais e mais sentir teus braços, nos abraços do meu corpo cansado!
No descanso, teu peito suado no desejo ajeitado de quem sempre sufocado!
Nos desejos chamados, dos dias marcados e vem com jeito de quem volta ser criança!
De quem já viveu amores ardentes, nós dois já sentimos nossos corpos o descanso esperado!
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05/ de maio de 2009
sábado, 21 de março de 2009
Menina mulher!!!
Aquela menina mulher, faceira inebriante se mostrando,
Ela passava em passos lentos, mostrando atributos,
Chamando atenção...! fazia questão de ser vista essa menina,
Há esta mulher, carente ardente nos seus desejos, do meu beijo,
Andando no molejo, requebrando me deixando ofegante,
Esta mulher! Te fito meu olhar chamando-a pra mim,
Meu amor esta presente naquela doce mulher ardente;
Me deixa como quem está enlouquecido por esta menina,
E me dou conta que ela, me deixa louco,com aquele jeito,
Não sou nada e sou tudo nos braços desta menina mulher.
Ela passava em passos lentos, mostrando atributos,
Chamando atenção...! fazia questão de ser vista essa menina,
Há esta mulher, carente ardente nos seus desejos, do meu beijo,
Andando no molejo, requebrando me deixando ofegante,
Esta mulher! Te fito meu olhar chamando-a pra mim,
Meu amor esta presente naquela doce mulher ardente;
Me deixa como quem está enlouquecido por esta menina,
E me dou conta que ela, me deixa louco,com aquele jeito,
Não sou nada e sou tudo nos braços desta menina mulher.
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Esperança
Sem esperanças na vida sofrida, sozinha, sem ter sol nem lua, sem paz, só o descaso humano, era meu viver. De repente surge uma esperança dentro de mim. O resplandecer uma nova vida. Hó! Senhor que esperança me trazia enfim? Era êle. Estava sendo gerado dentro de mim no meu ser, assustada fiquei com medo sim, tive medo do meu desconhecido ainda. De repente, não mais que de repente êle estava vindo ao mundo. Trazendo minha esperança de volta. Tão pequeno indefeso e tão lindo e na sua pequenez sem saber estava me trazendo mais seis. Indefeso prematuro e tão lindo era minha vida meu amor mais puro.Aquela criança, aquele garoto veio me dar vida. Vivi por êle, lutei e naquela luta sem fim êle ia crescendo. A minha paixão minha vida minha razão de viver. Como obra divina êle crescia forte saudavél a vida apesar de tudo era só alegria e só nós dois. Aquele ser inocente não sabia que me trazia tanta alegria de viver. Amei sem medo de nada e mais que de repente o meu garotinho crescia e assim tomando rumos diferente. A vida no seu curso normal o estava levando de mim. E o mundo o chamou para si. É a lei da vida . Eu preparada não estava.O dia chegou, e êle se foi e voltei a ficar só. Sei que dei a melhor herança que se pode dar honestidade, integridade, amor ao próximo, e amor, e assim me sinto feliz.
Um dia
Um dia há de passar é a lei imultavél da vida, tudo passa, e lutarei nesta rotina da vida, que ninguém mudará. Não és mais meu presente, nem eu o teu. Nossa separação doida, amarga, o destino o fez. Uma coisa digo, por estar bem certa. A saudade dos momentos vividos, hei de lembrar, ao meu coração. Não ouviste minha voz sussurrando ao teu ouvido, quantas vêzes eu quiz. Desejaria a docura dos meus beijos, não os aceitaste, impossivél seria não os tive! Sepultei contigo meu amor, meu passado, por ti e meus desejos. Sentirias pena de mim do meu amor e contigo levou. E embora não sofra tanto mais, eu o queria aqui comigo. Mas... tudo é passado te foste, levando contigo minhas esperanças de amor. Meus sonhos não vividos, só minhas dores permanecem, e se misturam ao meu amor. E finalmente sem que eu saiba, sinto meu peito bater forte por um amor não vivido. Sei que sou o que sou, não me permito sonhar os não mais vividos.E me pergunto, como vou se vou, não sei bem. Me vejo muitas vêzes sonhando, e continuo na esperança de viver um dia sem ter que chorar nem me perder neste mundo sem sonhos.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Meu eu
Lágrimas a fio sem fim no meu rosto se vão e eu não sei
Só sei que teimam em não me deixar, seca-las uma a uma
Luto sem temor, só amor nesta vida que Deus me deu
Teimo em procurar, mas não acho, nem sei o que, só sei
Que dentro de mim teima o meu pobre coração nesta
Dor interminável sem domínio, em desordem infernal
Lágrimas!! Há como doem cada vez que luto em vão
Lágrimas!! Que dor doida, sofrida, perdida neste vai e vem
Nesta vida sem nada nem ninguém meu coração pulsa
Sofrida doida em vão sem saber por onde ando,
Só sei que espero alguém que nunca chega, e eu a procura
Vou sem pensar, só quero andar, andar sem saber onde chegar
Sei que viva estou, mas não sei onde estou, nem se estou.
Lágrimas a fio sem fim no meu rosto se vão e eu não sei
Só sei que teimam em não me deixar, seca-las uma a uma
Luto sem temor, só amor nesta vida que Deus me deu
Teimo em procurar, mas não acho, nem sei o que, só sei
Que dentro de mim teima o meu pobre coração nesta
Dor interminável sem domínio, em desordem infernal
Lágrimas!! Há como doem cada vez que luto em vão
Lágrimas!! Que dor doida, sofrida, perdida neste vai e vem
Nesta vida sem nada nem ninguém meu coração pulsa
Sofrida doida em vão sem saber por onde ando,
Só sei que espero alguém que nunca chega, e eu a procura
Vou sem pensar, só quero andar, andar sem saber onde chegar
Sei que viva estou, mas não sei onde estou, nem se estou.
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