quinta-feira, 4 de março de 2010

Não se Esconda de Mim

Se me vires na rua não se esconda,
me dê flores..
Me mostro, linda faceira, arteira
mostrando meus
Predicados, sei que vais gostar,
aí teu coração vai
Palpitar a andar por onde eu for,
com medo de me
Perder, aí sorrirei e vou andando
como se não te
Tenha visto, esperando que te achegues
e me fale
De amor, não este amor emprestado,
amor amado
Te dou as mãos e passearemos sem
rumo, apenas
Nos olhando, vez em quando sorrimos
como duas
Crianças levadas, apaixonadas, à
primeira vista.

Poetisa Menduina 

FLOR



A flor de que era feito o nosso amor
Molho-se com a chuva
Gelou de tanto frio e mesmo assim
Não se quebrou.

Oh! flor
Se lhe maltrataram só por mal
Torna-se um translúcido cristal
Se lhe vem com crueldades
Exalta teu perfume pra toda cidade.

Oh! flor
Nascida de um peito sem graça e sem jeito
Sem nenhum espinho
Somente carinho e amor.

Oh! flor
Mesmo em pleno mar de imensa dor
Queime tua chama com fervor
Se a morte a levar na correnteza
Brilhará no céu mais uma nova Estrela.

Flor.
Mesmo se os anos passarem ciganos
Mesmo que os homens esqueçam tua cor
A flor de que era feito o nosso amor
Molhou-se com a chuva
Gelou de tanto frio e mesmo assim
Desabrochou.

 ESCRITA  PELO MEUAMIGO POETA

PROFESSOR   SÁVIO

 

quarta-feira, 3 de março de 2010

Indefesa


Olho pra mim sequer me vejo sou um vulto
Sem vida sem cor, na imensidão da vida, e
Me olho vestida como se esperasse por ele
Sei que não vem!! Meu mundo desaba de
Dor, nesta ansiedade desastrada sinto-me uma
Folha seca ao chão caída , sendo pisada assim
Sem a menor piedade! Sento no chão choro,
Um choro amargo, dolorido, a solidão não
Dá trégua, e eu sequer consigo levantar para
Retomar o ritmo acelerado que o mundo
Propõe, de cabeça baixa penso do quanto já
Fui amada, feliz não sei! mais amada sim
Hoje recuo com medo de tudo e todos, vejo
A vida passando como uma procissão, um
Toque de musica na multidão, e nada é
Apenas minha imaginação.

Poetisa Menduina

Sou o Que Sou


Sou  a  jardim  florido  mesmo na escuridão da vida, sigo até
Onde os passáros vão, percorro as montanha mais altas, sei
Que não consigo entrar nas nuvens, mas perto quero está!!!
Sinto saudades de ti teu rumo gostaria de ir, impossível  será
Minha estrada  é longa e solitária, vou andando  sem parar
Andos palas praias, solitáriamente e gosto do barulho  do
Mar, olho a vida  sem destino e sigo  sem parar nem  pra
Tráz  quero olhar, com medo de te perder, sou um choro
Doído, amo te amar, olho a chuva  caindo  medo  sei que
Não tenho, em alguma gota  podes vir não me permito te
Esquecer, o amor  verdadeiro é como uma àrvore  frondosa
Espalha-se pela terra a procura de espaço, e no meu coração
estás acolhido, guardade nas raizes de minha alma.


Poetisa  Menduina

Saudades


Sinta saudades de tudo!
As que passaram mesmo
Chorando!!
O que foi ruim nos serve
De aprendizado, as boas
Doces lembranças, tidas
Sorria sempre!
Na vida tudo passa e nós
Aprendemos sua linguagem
Os dias de sol serão lindos
Ame sempre!
E seja feliz sempre!!
Esqueçamos as amarguras
Se pudermos assim seguimos
Chorando! Sorrindo!
De nada devemos ter medo
Apenas de nós que sequer
Nos conhecemos afinal!!


Poetisa Menduina,

terça-feira, 2 de março de 2010

Noite Amarga

Noite triste, noite  que me faz  chorar de saudades de ti, meus soluços
Me fazem  permear  por lugares  indesejados, e infeliz continuo meu
Lamento, sozinha  olhando as paredes do  quarto, meu  mundo tudo
Deixo aqui, sorrir não consigo, me perco em mim mesma nem  sei
Se ainda sou capaz de amar sem sofrer, e lamento  o que a vida fez 
De min'alma, sei que sou  a tristeza  mais profunda  no  meu  viver
Vez   ou outra  me percebo  pensado num grande amor!Que ironia!
Sei que não sou  mais  decifrável, sim um enígma  do destino  aqui
Luto,e Luto  por um  amor que jamais  terei eu  sei,  já  não   me  é
Permitido sonhar tanto sei bem, meu momento já passou  há muito!
Resta-me  fazer  o  que  me  é possivél, chorar e esperar  o dia que
O Senhor   se apiede de mim e me  dê a paz.

Poetisa  Menduina

Desallinhos!!



Nos efêmeros, encantos dos meus
Desencantos, deixo a ilusão entrar
No canto do meu coração e logo
Sigo a cantar, o canto da desilusão
Os amores não são amores nunca,
Desabrocha a paixão que logo se
Dissipa, entre os lânguidos das
Emoções, choro perdida sem rumo
Sem esperança da felicidade ter!!
Sigo por aí na escuridão da noite
Nem minha sombra vejo! Venha lua!
Alumiar minha triste noite encanta
Meu viver ah! sei, não me trais, e eu
Sigo cantando meu canto triste assim!!
Apenas a desilusão faz-me companhia!!!!


Poetisa menduina